Só quero o que for meu: o caco, o nicho,/lá onde fura a noite a estrela-bicho. ("Culpe o vento".)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

O ALZHEIMER NO POETA DA INFÂNCIA



Voltaste
e ninguém entendeu a volta.
Voltaste
e todos se perguntam por quê.
Condenado,
Tua pantomima aponta
para teu livro ainda por ler.

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