Só quero o que for meu: o caco, o nicho,/lá onde fura a noite a estrela-bicho. ("Culpe o vento".)

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

A AURORA PÓSTUMA DE LÊDO IVO (PARTE I)

"A Aurora de Lêdo Ivo, como em paralelo do título sobre que falaremos em um próximo artigo, há de ser póstuma: 'Estou vindo da sombra,/ do mistério da noite,/ escuto jubiloso/ a voz inumerável/ da promessa do dia'. É do outro lado do Atlântico que nos chega sua voz solar, da Espanha onde faleceu e onde seu nome conta com a simpatia de jovens poetas e um tradutor fiel – Martín López-Vega; ali recebeu homenagens em vida, e sua memória ainda as recebe. Por imposição contratual e desde o volume Mormaço, o último publicado pelo autor, os poucos inéditos saem em espanhol antes do português – e isto a ponto de Aurora jogar aqui e ali com a semelhança léxica entre as duas línguas, como veremos em breve. Que os exílios se façam pródigos na poesia é uma das desforras da palavra poética."

clique aqui e leia o ensaio no Jornal Opção
 clique aqui e leia o ensaio no Jornal Opção


Nenhum comentário:

Postar um comentário